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01 Jun 22

A digitalização e o paradigma dos media tradicionais

A digitalização e o paradigma dos media tradicionais

Não será surpresa nenhuma se afirmarmos que, cada vez mais, as pessoas se concentram no universo digital. Quem perde com isso é o mundo da televisão tradicional que, cada vez mais, está em segundo plano, perdendo espectadores. Vamos a números? A utilização da TV tradicional caiu de 100 milhões de lares em 2014 para 74 milhões hoje. E está previsto que caia para apenas 44 milhões até 2025.

É comum considerar-se a televisão a melhor das alternativas. No entanto, a publicidade elaborada para esse meio não tem em conta, de forma adequada, as mudanças constantes, em tempo real, do comportamento dos consumidores. Enquanto que o mundo digital é muito mais mutável e acompanha bastante melhor os comportamentos dos clientes, tendo a possibilidade de fazer as alterações necessárias, em tempo real.

Também se pensa que o maior alcance é algo exclusivo da TV, mas não é verdade. Hoje em dia é perfeitamente possível impulsionar o alcance em massa, mesmo sem possuir canais de televisão tradicionais, através da social media. A maior parte dos clientes visualiza os conteúdos que importam às empresas precisamente em ambiente digital. Por isso, se possui um negócio, há que refletir bem se os custos associados à sua presença em televisão valem a pena, tendo em conta a força da social media nos dia de hoje.

Existe a ideia de que o conteúdo produzido em televisão é sempre melhor… Mas esta questão não funciona bem assim. A abundância de visualizações em plataformas digitais acabou com o pensamento de que o conteúdo “premium” é a única forma de captar a atenção. Na verdade, hoje em dia, 73% das pessoas consideram um bom conteúdo algo relacionado com as suas paixões e ambições, relacionando-se bastante mais com questões pessoais e relevantes.

O ideal será mesmo considerar abraçar as duas formas de dar a conhecer a sua marca, a TV e o digital, principalmente se o objetivo é o alcance total, ou o maior possível. E obviamente que há que ter em conta o tipo de população de cada país. No caso de Portugal, deparamo-nos com uma população envelhecida e com escassos conhecimentos acerca do mundo digital, por isso, há que ter essa questão em conta, sendo que estas pessoas vão apostar a sua atenção nos anúncios de televisão, enquanto que, como em quase todo o lado, o público mais jovem, se concentra nas plataformas digitais, não tem tanto a cultura de televisão e segundo os números referidos anteriormente, cada vez terá menos. Assim, apostar em ambos faz todo o sentido, quando a meta é um alcance mais alargado.

Esta é uma realidade e precisa de ser alvo de consideração, se pretende potenciar o seu negócio. Se se está a questionar onde deve mostrar os seus produtos/serviços, pense no seu público-alvo, nos tempos que correm e nos custos que pretende ter. Por vezes, começar pelo digital é o melhor caminho.

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