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05 Jun 20

Evolução do e-Commerce em Mercados Tradicionais

Evolução do e-Commerce em Mercados Tradicionais

Tanto os governos europeus como a Comissão Europeia admitem que o e-commerce poderá melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, apoiar os consumidores e gerar novos empregos.

Em 2017, a Roménia, a Ucrânia, Portugal, Grécia e Bulgária registaram as taxas de crescimento de e-commerce mais altas da Europa, superiores a 20%.

A Europa detém boas condições para a evolução do e-commerce, entre elas o Euro, que permite transparência de preço entre países, o Mercado Único, o aumento do número de utilizadores da Internet e das plataformas digitais, as comunicações móveis, a descida dos preços das telecomunicações, e o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) que garante maior segurança, privacidade e propriedade intelectual.

Por outro lado, a taxa de penetração através de smartphones, as novas gerações de redes móveis, e os novos serviços e conteúdos especialmente desenvolvidos para estes dispositivos móveis e configurações de acesso, transformam o paradigma da utilização que se faz hoje da Internet, muito diferente daquela que era feita há uma década.

A IDC e a ACEPI (2018) calculam que até 2025 o e-commerce B2B e B2C tenha um forte crescimento e represente um grande peso no PIB, em Portugal, na Europa, e no Mundo.
O desafio levanta-se agora para a utilização e criação de conteúdos, que ainda se encontram pouco explorados e podem abrir novos horizontes às empresas.

É então nesta conjuntura que o e-commerce assume um papel basilar, e a taxa de penetração da Internet em Portugal é satisfatoriamente considerável. Em julho de 2018, a PSE, empresa especialista em Data Science, exibiu os resultados da investigação “Retrato Digital das PME Portuguesas”, que permite verificar que 68% consideram importante ter uma estratégia de marketing digital e social, 26% das PME não tem uma estratégia digital, ou seja, não emprega qualquer tecnologia social e digital e não compreende a importância que os canais digitais têm para as marcas, e 37% produz alguma comunicação mas de forma desorganizada.
Um outro estudo desenvolvido pela ACEPI (2018), com o apoio do Norte 2020, afirma que somente 39% das empresas portuguesas têm uma presença online.

Esta conjuntura permite uma maior implementação e manutenção de projetos de e-commerce, mas seguramente que o reduzido conhecimento digital pode ser um fator de impedimento.
Outros aspetos a reformular de modo a possibilitar um crescimento mais rápido do e-commerce relacionam-se com a necessidade de uma oferta mais concorrencial, melhores níveis de serviço, variar as formas de pagamento, adequar as políticas de transporte e logística, questões relacionadas com as transações comerciais online, e uma estratégia de comunicação integrada de marketing online e offline, onde o content marketing e a publicidade online ocupem lugares de destaque.

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